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Decreto de Lula ignora vítimas do terrorismo


O "3º Programa dos Direitos Humanos , que Lula assinou sem ler , não prevê a revisão de casos como o de Mário Kosel, um garoto de 18 anos morto em junho de 1968 pela Vanguartda Popular Revolucionária, que explodiu um caminhão com 15 kg de dinamite na porta do II Exército , em São Paulo. Mário era só um sentinela . Seu pai morreu de desgosto e a mãe passou a receber pensão de R$ 330 apenas 40 anos depois.

INDIGNIDADE
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça premiou os algozes do sentinela Mário Kosel : R$ 400 mil de "atrasados" e R$ 1.700 de pensão.




INJUSTIÇA
Orlando Lovecchio teve a perna arrancada por uma bomba da Aliança Libertadora Nacional em 1968. A Comissão de Anistia não o indenizou.

DISTORÇÂO

A pensão especial de Orlando Lovecchio , de R$ 571, é um terço do valor da indenização atribuida pela Comissão de Anistia a seus algozes.

Coluna Cláudio Humberto - Jornal de Brasília

Observação do site : www.averdadesufocada.com



Seriam inúmeros os atos terroristas praticados por organizações que se decidiram pela luta armada.
Em 25/07/1966 - Um atentado a bomba no Aeroporto Guararapes em Recife/PE matou o almirante reformado Nelson Gomes Fernandes, o jornalista Edson Régis de Carvalho e feriu 13 pessoas, entre elas Sebastião Thomaz de Aquino , o Paraiba, que perdeu a perna direita e o tenente - coronel Sylvio Ferreira da Silva, que perdeu todos os dedos da mão direita e foi atingido nas pernas, tendo dificuldades de locomoção até hoje.

Organização Ação popular - AP . Mentor, segundo Jacob Gorender :Padre Alípio Freitas, anistiado e indenizado em cerca de 1,09 milhão de Reais. Vive hoje em Lisboa..
Executor : Raimundo Gonçalves Figueiredo, morto em combate com a polícia, a família foi indenizada e hoje é nome de rua.

Em 01/07/1968 - Assassinato do Major alemão Edward Ernest Tito Otto Maximilian von Westernhagen, morto por engano, ( os terroristas pensavam que era Gary Prado, boliviano , acusado de matar Che Guevara). O alemão foi morto com 10 tiros , na Gávea/RJ, quando voltava da Escola de Estado Maior, onde fazia curso.

Organização COLINA ( organização a que pertencia na época a Ministra Dilma Rousseff)
Executores:João Lucas Alves , Severino Viana Collon ( ambos mortos) e Amílcar Baiardi , professor baiano , que escreveria a carta comunicando a morte de Gary Prado.( Lucas Pretti - estadao.com.br)

As famílias dos terroristas foram indenizadas. A do major alemão, que nem soube porque morreu, talvez tenha recebido um pedido de descupas.

Em 12/10/1968 -Assassinato do capitão do Exército dos EEUU Charles Rodney Chandler, desarmado, na frente de sua esposa e filhos, quando saia para a Universidadede São Paulo, onde fazia curso.

Organização : Vanguarda Armada Revolucionária e Aliança Libertadora Nacional - VPR /ALN -
Foi julgado por um "tribunal Revolucionário" composto por : Onofre Pinto ( desaparecido ), João Carlos Kfouri Quartin de Moraes e Ladislas Dowbor ( ambos, atualmente, professores)
Levantamento dos hábitos da vítima : Dulce de Souza Maia
Executores:Pedro Lobo de Oliveira , Diogenes José de Carvalho de Oliveira / VPR e Marco Antônio Braz de Carvalho/ALN ( morto )

Alguns setores da sociedade estão comparando o PNDH3 ao AI-5. Não sabem que o AI-5 só foi promulgado em 13 de dezembro de 1968, quando o país já enfrentava a baderna diária , o quebra-quebra, os atentados a bomba, um saldo de 46 mortos de ambos os lados , cerca de 200 assaltos a banco e carros fortes, sabotagens e assaltos a quartéis.

Hoje o PNDH 3 foi editado quando "reina paz em todo o país", frase muito usada durante o regime militar.

A canalhice versus a disciplina



A hora de pôr um fim à canalhice se aproxima. Veremos se os comandantes militares e o ministro da defesa Nelson Jobim tem tutano para a guerra ideológica declarada pela canalha que governa o Brasil.











O ministro da injustiça Tarso Genro - um terrorista que militou em organizaçôes de esquerda durante o regime militar - associou-se a um crápula do mesmo naipe seu - Paulo Vanuchi - para afrontar a disciplinada caserna. Em recente decreto sobre direitos humanos, Tarso e Vanuchi propuseram investigar crimes perpetrados durante o regime militar. E pasmem. Deixaram de fora os terrroristas esquerdistas. A "Comissão pelo direito à verdade" pode ser traduzido como "direito à verdade comunista".

Os comunistas são conhecidos pela desinformação.

Os regimes socialistas sempre foram mestres na desinformação. A proposta de investigar somente os crimes cometidos por agentes estatais é uma palhaçada que somente canalhas como Tarso Genro e Vanuchi são capazes de produzir.



As organizaçôes esquerdistas que lutaram para implantar um regime comunista durante a ditadura praticaram atentados a bombas, assassinaram tanto "Cumpanheros" de terrorismo como pessoas inocentes, entre outros crimes. Mas Tarso, Dilma e Vannuchi, o trio do terror, quer investigar somente aqueles que os impediram de implantar um regime como o de Cuba, que já matou mais de 100.000 pessoas desde sua implantação.




Por isto este blog repudia esta farsa proposta pelo Canalha Tarso Genro, pela vagabunda terrorista Dilma Roussef e o Terrorista Cor de Rosa Paulo Vanuchi. Se os militares das forças armadas permitirem que estes vagabundos achincalhem a nação e as Forças Armadas, jamais a esquerda brasileira respeitará qualquer istituição deste país. Os militares tem a obrigação de pôr um fim à constante investida destes canalhas contra instituiçôes democráticas de respeito.

Manifesto do editor do Blog Eliel Santos

Terrorista condecorada: típico ato PTista




Todo mundo sabe que o PT brasileiro, réplica do PT alemão de Hitler (Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores, ou Partido Nazista) é uma corja de tudo que não presta. Não estou dizendo nada de novo. Terroristas como o italiano Battisti, déspotas como Fidel Castro e Chaves, entre outras figuras lendárias do crime contra a humanidade são considerados heróis pelos mau-elementos do PT brasileiro. Tal qual o PT de Hitlher, que condecorava seus assassinos das SS, Lula, o Fuher tupiniquin, também condecora seus heróis do terrorismo.






Nesta segunda o Fuher brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva condecorou a terrorista Inês Etiene Romeu, ex-militante de uma violenta organização de cunho socialista, que atuou durante o regime militar. A Vanguarda Popular Revolucionária - VPR - da qual fazia parte é a mesma organização onde Dilma Roussef, candidata a presidencia da republica pelo PT brasileiro (Clone do PT de Hitler), também atuou.

DE PERUCAS E DO QUE VAI SOB ELAS…

Por Reinaldo Azevedo


A Terra jamais será quadrada, como Lula sonha, mas o fato é que, às vezes, o mundo é chato. Tudo previsível. A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, também ministra da Casa Civil, tirou a peruca. Por orientação de Lula, informa-se. Lula cuida até da peruca de Dilma! Parece que nem isso ela pode decidir por sua própria conta.
Apareceu com o cabelo curto e tingido de castanho, conforme se vê na foto acima, da Agência Brasil. Era uma cerimônia no Palácio do Itamaraty, de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009. Dilma discursou e chorou ao lembrar uma amiga morta. Não lembrou nem chorou aqueles que a Vanguarda Popular Revolucionária, de que ela fazia parte, mandou para o beleléu em seus atos terroristas. O choro que ela chora é justo. Solidarizo-me. O choro que ela omite é parte de uma mistificação política. E eu a censuro por isso.
Quando o câncer de Dilma foi descoberto, o grande pensador Marco Aurélio Top Top Garcia disse que isso poderia ser “positivo” para ela eleitoralmente. Pois é… Essa gente não tem cura nem controle. E ela voltou a tocar no assunto. Assim:
“Em tudo na vida a gente tira uma coisa de bom. Eu acho que o que eu tirei de bom da doença é essa valorização da vida e essa certeza da imensa solidariedade que no Brasil as pessoas têm uma com as outras. O momento mais difícil é quando a gente recebe a notícia, porque cada um de nós lá no fundo acha que nunca vai ter nada. Então, quando recebe a notícia, está despreparada para ela, porque ela é inesperada. E aí eu tive muita sorte que é o fato de você fazer exames, se cuidar e tentar descobrir a doença o mais cedo possível, porque aí ela é uma doença necessariamente mais fácil de tratar e na grande maioria ela é curável”. A fala está na Folha Online.
O que eu tenho a dizer a respeito? Nada! Acho parte do juízo expresso pela ministra bastante torto. Uma vez acharam uns aliens na minha cabeça. Foram expulsos — os petralhas dizem que estão aqui e que o cérebro é que foi deitado fora. Poder ser. Também aprendi algumas coisas com a doença:- ELA NÃO ME FEZ MELHOR;- TER SAÚDE É BEM MAIS GOSTOSO;- NÃO APRENDI NADA COM A DOENÇA, SÓ COM A SAÚDE. OU SE CRIA UMA DEFORMAÇÃO MORAL QUE É aCHAMADA “DOENÇA PEDAGÓGICA”.
É isso o que tenho a dizer sobre perucas. Na verdade, é o que tenho a dizer a respeito do que vai sob a peruca e abaixo do couro cabeludo. As idéias de Dilma é que me interessam - ou melhor: não me interessam. O resto deve ir para as revistas de fofoca.

A LUTA DE CHAPEUZINHO VERMELHO CONTRA O LOBO MAU. OU: DE DEMOFÓBICOS E DEMOFÍLICOS

Por Reinaldo Azevedo

Lembram-se de Paula Oliveira, a brasileira que disse ter sofrido um ataque de neonazistas na Suíça? Certa imprensa nativa resolveu, à época, como se diz, “bombar” o assunto, transformando o caso, a despeito das inconsistências, numa luta entre os países ricos e os países pobres. Celso Amorim, para não variar, entrou na história dizendo bobagens. Viu um ataque se xenofobia e exigiu providências, com aquele sotaque da pátria ofendida. Já se sabe que, por alguma razão, Paula inventou o ataque, a gravidez de gêmeos, o aborto… Um tribunal de Zurique a condenou ontem a pagar duas multas por falsa denúncia, num total de R$ 20,5 mil. Ela também vai arcar com as custas do processo, mas poderá permanecer no país.

Lamento este drama humano como lamento qualquer outro. A questão que me interessa é refletir um pouco sobre o papel da imprensa nessa história. Uso o caso para uma reflexão um pouco mais ampla, como verão. O que escrevi no meu primeiro texto sobre o assunto? O que segue:

“(…) os agressores não fizeram nenhuma questão de disfarçar o seu propósito, não é? A sigla de um partido político que a oposição acusa de ser racista - atenção: não se trata de um partido clandestino, neonazista, mas de uma legenda legalmente constituída - foi gravada no corpo de Paula. E se deve notar: mesmo no escuro, num ato apressado, sob o temor óbvio de serem vistos por alguém, ainda não se descuidaram da simetria, procurando distribuir com equilíbrio [em seu corpo] as marcas da selvageria. As letras obedecem a um traçado cuidadoso, firme, sem aparente variações de profundidade.
(…) Na hipótese de os agressores serem mesmo simpatizantes do Partido do Povo Suíço (SVP, sigla da legenda em alemão), esperam que isso aumente a simpatia da população pela legenda, por mais que os suíços fossem, como se diz aqui e ali, indiferentes a agressões a estrangeiros? Fazem-no para chegar ao poder por meio do terror? Mas o partido já está no poder. E governa o país segundo as regras da democracia. Aqui e ali vejo certa contraposição porque a polícia suíça não teria “confirmado” a agressão e evita falar em “xenofobia e racismo”. Bem, antes da investigação, o que se espera que a polícia faça?”


Pois bem… O mundo desabou sobre a minha cabeça. “Está apoiando os neonazistas!” “Só porque ela é brasileira, você está duvidando da história! Você é suíço por acaso?” “Ah, não quer acusar os direitistas da Suíça”… E muitas bobagens desse gênero. Eu, o que fazia — e acho que é obrigação do jornalismo (a rigor, obrigação de qualquer pessoa razoável) — era apontar aspectos da história que me pareciam inconsistentes, só isso, evitando o oba-oba, evitando a patriotada. E, como se nota, eu estava certo.

Infelizmente, a imprensa é prisioneira, hoje mais do que nunca, do pensamento politicamente correto. Está preparada para desconfiar de governos — desde que não sejam de esquerda —, mas não resiste a contar, em cada episódio que vê, narra e analisa a fábula de sempre, a fantasia corriqueira, o clichê que mais paralisa a inteligência: a luta do opressor contra o oprimido.

Se vocês notarem, boa parte das questões políticas — e até muitos dramas humanos — na televisão repetem a fábula do Chapeuzinho Vermelho. Sim, desidrate as histórias de aspectos puramente circunstanciais, e é batata: um Lobo Mau está sempre tentando enganar uma inocente Chapeuzinho, usando, para tanto, de detestáveis artimanhas. Com alguma sorte e alguma esperança, o Bem — Chapeuzinho Vermelho (especialmente se vermelho) — vai vencer o mal.

Vejam a cobertura que se faz da Barafunda de Copenhague. Todas aquelas milhares de pessoas que estão lá são boas e só desejam um mundo melhor. E estão tendo de enfrentar os lobos, que tentam usar de ardis os mais escandalosos para comer a vovozinha, a criancinha, os porquinhos e o que aparecer pela frente. E ai de quem não estiver munido desse espírito do Bem: são todos amigos do lobo. Digam-me: vocês têm uma boa hipótese para o fato de até alguém como Barack Obama — que chegou a ser canonizado — gostar menos do planeta do que este grande benemérito da humanidade chamado George Soros? Se Soros está de braços dados com Chapeuzinho, e Obama, com o Lobo, não lhes parece que algo está fora do lugar?

Eu me interesso por essas aventuras intelectuais, sem dúvida. A fantasia de que as pessoas que estão nas ruas, mobilizadas, estão sempre certas, em contraste com as pessoas erradas, sitiadas em seus palácios, vem do século 18, é fruto do Iluminismo francês e de sua revolução — que o marxismo categorizou como “burguesa”. Até ali, considerava-se que a horda representava um risco para a civilização. Huuummm… Tio Rei, em certo sentido, é pré-revolucionário (e haverá quem não perceba humor aqui… Pena!).

As melhores conquistas daquela “revolução” se deram nos momentos de inflexão, quando as massas tiveram de se recolher. É fato, não é gosto. “Ah, como você é demofóbico!”, grita o demofílico, filho do jacobinismo, do marxismo e, embora renegue, do fascismo!

Embora o Ocidente tenha dado ao homem uma vida como jamais houve — JAMAIS!!! —, ronda-nos permanentemente o espírito da rebelião das massas. Alguns sábios e cientistas resolveram ser a expressão intelectual desse espírito, conferindo à idéia do levante, que também pode se manifestar por meios pacíficos (desde que se mantenha o horizonte utópico da virada de mesa), o suposto rigor de um suposto método. A equação se torna irresistível: “povo” (o “povo”, entenda-se, é sempre a minoria militante) na rua mais a ciência — a politicamente correta ao menos.

E temos o que se vê: um formidável show de desinteligência e de burrice. Porque não se enganem: o saldo de Copenhague já está dado. Como a China, a Índia e os EUA não mudarão de posição, só restará ao escatológicos decretar o insucesso de Copenhague. Como em qualquer seita milenarista, os crentes sairão convencidos de que os não-crentes rejeitam a salvação. Nessa fábula, então, a vitória seria do Lobo Mau — ou do capeta?

Mais ou menos. Que as semelhanças estruturais não sejam uma jaula para o pensamento, né? Declarar a vitória do Lobo será a forma que os Chapeuzinhos das ONGs terão para reivindicar ainda mais recursos para manter a sua incansável luta para nos salvar.

A ÚLTIMA MISSA DE COPENHAGUE OU: “A CONSPIRAÇÃO DOS CÉTICOS”

Por Reinaldo Azevedo



No livro O País dos Petralhas, há uma série de textos, extraídos deste blog, que trata dessa estranha religião do Aquecimento Global dos Santos dos Últimos Dias. Neste momento, em Copenhague, reza-se o que me parece ser a última missa sobre o assunto. Estão todos lá, inclusive o atual e o futuro presidentes do Brasil. Refiro-me, é óbvio, a Lula, José Serra e Dilma Rousseff. Todos convertidos à nova religião — estes três, é verdade, por puro pragmatismo: pobre daquele que não se disser e não se mostrar, efetivamente, um devoto dessa causa. Exige-se do governante que seja laico — menos nessa matéria.

Os que me criticam têm razão num aspecto: eu não entendo nada sobre assunto. Mas, na maioria das vezes, os que me atacam também não entendem. Mas sei muito bem como se formam os discursos e sei analisar a sua gênese. Nesse caso, modéstia às favas, estou entre os mais preparados. Fala-se abertamente a linguagem do terror — e a linguagem do terror é, sempre, essencialmente mentirosa.

A mentira se espalha em escala mundial. Há dias, uma jornalista brasileira mandava ver lá do Pólo Norte: “O derretimento das geleiras PROVA que o aquecimento global é provocado pelo homem”. É MENTIRA! Nem os especialistas em clima mais apocalípticos assinam essa declaração. No máximo, chegam a um “muito provável”. E há gente competente, também especialista, que nega, com argumentação igualmente científica, a hipótese antropogênica para o que se chama aquecimento global. Mas está impedida de falar.

A vigarice é de tal ordem, que as mentiras reveladas pelos e-mails dos especialistas de East Anglia foram varridas para debaixo do tapete. Preferiu-se acusar uma espécie de conspiração dos céticos. É tal a avalanche de informações, é tal o consenso que se formou — especialmente entre os leigos, que entendem de aquecimento global ou que eu entendo: NADA!!! —, que as vozes científicas que negam a teoria são logo lançadas ao ridículo.

Quem compareceu a Copenhague para anunciar o apocalipse? George Soros, este grande humanista, com sólida formação em clima… Com os diabos! Até quando este senhor se ocupava apenas, para o seu próprio bem — e também da humanidade —, em ganhar dinheiro, era o demônio de plantão. Agora, ele decidiu que também quer ser bom. E propõe um modelo de alguns bilhões de dólares por ano para conter o aquecimento. Ora, não é preciso ser muito sagaz para saber que, estivesse negando a tese politicamente correta, logo iriam investigar quais seriam os seus compromissos com o aquecimento; como ele fala o que o onguismo mundial quer ouvir, ninguém se preocupa em saber quanto essa benemerência rende a Soros.

NÃO! EU NÃO CONFIO NOS BONS PROPÓSITOS DE SOROS! EU NÃO CONFIO NOS BONS PROPÓSITOS DE NINGUÉM COMO ELE. MAS ATENÇÃO! EU NÃO CONFIO PORQUE ACHO QUE A TAREFA HUMANITÁRIA DE GENTE ASSIM É FAZER DINHEIRO GERAR MAIS DINHEIRO, O QUE É BOM PARA A CIVILIZAÇÃO! CRETINOS DO MIOLO MOLE É QUE CONSIDERAM QUE ELE SÓ PASSA A SER UM HOMEM RESPEITÁVEL SE FIZER POESIA SOBRE URSOS BRANCOS CANIBAIS…

E Soros descobriu que esse negócio de aquecimento global é bom para o seu caixa e também para a sua reputação. E o mesmo vale para o Brasil. O glorioso capitalismo, como sempre, já se apropriou também dessa demanda. Só que, por enquanto, enriquece vigaristas, que se lançaram no rentável ramo da “consultoria ambiental”. Gente que, até anteontem, assessorava empresas e políticos agora aparece agarrada a tronco de árvores , macaco-prego e ursos polares. A dar crédito ao que dizem alguns cretinos, vamos sacrificar os bois e, sei lá, viver de luz. Arroto de ser humano que coma capim também esquenta o planeta? E o pum?

Essa patacoada não resiste a uma análise de discurso. No que concerne à ciência, pode-se dizer que a questão é, quanto menos, controversa. O problema é que aqueles que dissentem são tratados como excêntricos, malucos ou idiotas.

“Veja bem, Reinaldo, se toda essa histeria servir para poluir menos o planeta, tanto melhor…” Claro! Tanto melhor! E poluir menos sem histeria? A questão é saber quais exigências serão feitas. Barack Obama, por exemplo, já percebeu que esse troço é bom para ganhar eleição, mas péssimo para governar. Aplicar o que lhe pedem — e o que, até certo ponto, ele prometeu ao menos simbolicamente — corresponderia a paralisar a economia dos EUA, enquanto a China, na condição de “emergente”, poderia produzir um pouco de carbono a mais… A questão virou um braço-de-ferro entre ricos e emergentes. De resto, desde quando a China cumpre copromissos?

Olhem aqui: há dados sólidos indicando que pode — sempre no mundo das hipóteses — estar havendo é um resfriamento do planeta. Mesmo as geleiras que derretem para as câmeras são, literalmente, um ângulo da questão — porque há ângulos em que elas crescem… Ah, sejamos todos contra a poluição, contra à agressão à natureza e contra todas as outras coisas más que há no mundo. Mas é preciso tomar cuidado com a histeria.

Enquanto cientistas não menos respeitáveis do que os “aquecimentistas” estiverem sendo tratados como malucos e inimigos da humanidade, não se tem debate científico, mas patrulha e caça às bruxas. Estamos em plena Idade das Trevas dos iluminados do aquecimento. A canalhice jornalística é tal que omite do leitorado o fato de o filmeco de Al Gore ter caído no ridículo. Ainda que houvesse um aquecimento provocado pelo homem, não se informa, por exemplo, que TODAS AS ANTEVISÕES DAQUELE SÃO FANTASIOSAS

Pesquisem: quase sempre os arautos do apocalipse climático trabalham para alguma ONG que vive de vender esse terror ou para alguma consultoria de grandes empresas. É o caso dos bancos brasileiros: eles ainda não conseguem oferecer juros e spread compatíveis com a civilização, mas reciclam papel que é uma beleza…

Mas, reitero, este assunto já começou a morrer. Copenhague reza a última missa! Ademais, tudo indica, vem um friozinho por aí…