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Carlos Jereissat e Sergio Andrade: dois canalhas comandando uma mega-empresa










Eu não tenho opção: a partir de hoje os donos da Oi serão insistentemente chingados por mim por este termo pejorativo: canalhas.












Não tenho opção. Não aguento mais a sacanagem da empresa destes dois contra meu pai.





No post abaixo relatei o caso da extorsão desta empresa contra o coitado do meu pai. Poderia ter-me contentado com este post. Mas, por minha revolta contra estes empresários ser tão grande, resolvi criar um outro post sobre o mesmíssimo assunto. Mesmo sabendo que já tinha dito tudo no post anterior.




A questão é que desde que a Oi uniu-se a nossa antiga operadora, que não tivemos um minuto sequer de descanso. Além de venderem "Gato por lebre" no caso dos dois telefones - o novo plano da Oi - da noite para o dia a inadimplência do meu pai com esta empresa virou caso de perseguição. Os cobradores desta empresa parece que foram instruídos para sacanear o coitado. Parece que a operadora tirou o tempo de serviço somente para sacanear o "sacaneado Osmar Cláudio", meu pai.
Toda vez que chegam a um acordo para quitação de dívida, descobrimos na hora da chegada das faturas que nada que se acordara com o cobrador foi cumprido, antes o preço desta é superfaturada com valores de novos serviços que nunca foi pedido. Ao contrário de ter o preço diminuído, como previsto no plano original vendido a ele, acontece o absurdo de ter varios serviços supérfluos, que nunca se ouviu falar, inseridos no valor da fatura.
O termo para isto é sacanagem. Por isto, a partir de agora este blog tratará por tempo indeterminado dos canalhas donos da Oi. Mesmo que me processem, não vejo alternativa.
Como ir à justiça é besteira, o jeito é usar uma ferramenta acessível ao pobre. Melhor seria recorrer ao PCC, daria mais resultado. Mas ainda me resta alguma consciência moral.Como pobre não tem saída, o jeito é usar esta mídia. Mesmo que a tirem do ar.

Oi: Uma Turma de Vagabundos



Estou me referindo aos donos



Eu tinha dito aos meus leitores que estava de férias. Mas algo está acontecendo com minha família que me fêz sair de minhas férias, algo grave e que está arruinando meu pai: uma quadrilha de empresários, que monopiliza as comunicaçôes via telefone deste país estão arruinando minha família, financeiramente. Não suporto mais ver o coitado do meu pai o dia inteiro no telefone, no 0800, tentando resolver uma sacanagem da própria Oi. Até hoje ele não conseguiu, mas viu sua situação piorar a cada dia.


Tudo começou quando venderam ao meu pai- um raizeiro de Barra do Garças, que também trabalha para complementar o sustento com a venda de uma barraca de verduras (Vide foto abaixo), em uma tentativa de sobreviver - um plano de telefonia onde ele teria dois telefones, mas com abatimento do valor de uma das assinaturas, enquanto ganhava também 400 minutos grátis de ligaçôes locais.
Mas, nada disto aconteceu. Logo na primeira fatura, a quadrilha de vagabundos da Oi conseguiu roubar do meu pai o triplo do valor pago anteriormente, no antigo plano. Da noite para o dia, quem lutava de unhas e dentes pela sobrevivência virou refém de uma situação financeira calamitosa, pois nada que faça para quitar com os canalhas desta empresa sua dívida é suficiente, pois toda vez que liga para as centrais de atendimento, ele ouve a mesmíssima frase: "você ainda deve a mensalidade da taxa de assinatura básica". Bem, tinha sido acertado que ele não pagaria a assinatura básica, enquanto quitava o débito dos resíduos (Não sei o que é isto) dos serviços prestados durante o uso dos dois telefones.


E tem mais: vem nas faturas um monte de absurdos - Pacote inteligente, plano conta completa, comodidade - pacotes inteligentes, etc... Somando tudo, triplica-se o valor da antiga conta do meu pai. O problema é que era para acontecer justamente o contrário, quando ofereceram o vantajoso plano de duas linhas pelo preço de uma.



E não vejo luz no fim do túnel. Estes vagabundos da Oi recentemente compraram a Brasil Telecom, uma empresa gigante do mercado de telefonia. A Oi monopolizará o setor com esta compra. E com a conivência do Governo do PT, que certamente tem interesses escusos na monopolização do setor pela Oi.
O que pode meu pai fazer, um simples raizeiro nas mãos desta canalha empresarial? Ele não pode fazer nada, mas seu filho pode, mesmo correndo perigo de ser preso. Mas de que adianta a liberdade quando você vê uma quadrilha de vagabundos arruinar teu próprio pai, um simples barraqueiro de beira de estrada?


Amigos, estarei inativo por uns tempos


Gente, estarei de férias até o ano que vem: só voltarei a postar se algo de grave acontecer:



  • Se o canalha bolivariano Manuel Zelaya voltar ao poder, com a ajuda de seus aliados brasileiros, tão canalhas como ele e seu patrão Hugo Chaves;

  • Se o Lula "bater as botas", pondo fim ao reinado do "Fuher" tupiniquim;

  • Se o Obama, o primeiro presidente comunista da América também bater as botas, acabando com a ruína moral dos EUA, que já estava ruim e com o Husseim Obama, piorará, como sempre acontece quando um comunista sobe ao poder.

Eliel Santos

Terrorismo em Honduras




Ernesto Caruso



As ameaças se concretizam?




Do palanque de Zelaya montado na Embaixada do Brasil, apoiado acintosamente pelo governo Lula/Dilma/Amorim, se ouviu uma sucessão de discursos com imposição de prazos e bravatas. O hóspede não respeita a casa que o acolhe como ditam as normas de boa educação, nem cumpre as regras internacionais do asilado político que demonstra ser com todas as letras, a despeito de já estar no exterior, retornar e ganhar o rótulo de perseguido político pela artimanha lulopetista e esquerda afim.

Zelaya abusa da “hospitalidade” incitando protestos, insurgência com prejuízos na ordem pública, danos ao patrimônio e falta de segurança.

Eis que o pequeno país, com o respaldo dos Poderes lá constituídos denunciou o Brasil na Corte Internacional de Haia por ingerência em seus assuntos internos, mais do que sobejamente comprovados pelas imagens nem sempre acompanhadas de comentários isentos da mídia amestrada.

Em contrapartida os comentários de integrantes do governo Lula afrontam o povo hondurenho e não propriamente ao governo de Micheletti como se fosse terra de ninguém, sem símbolo, pátria, bandeira e soberania. Nítido descumprimento do princípio da não intervenção.

Tratamento bem diferente diante da invasão das forças bélicas de Evo Morales nas dependências da Petrobrás em território boliviano.
Os efeitos já se fazem presentes.

O sobrinho do presidente Micheletti, Enzo Micheletti, e o coronel Concepción Jiménez, chefe da Indústria Militar do país, foram assassinados, o primeiro juntamente com outro jovem no norte de Honduras e o segundo em Tegucigalpa, atacado a tiros em frente à sua casa. Notícia que muito levemente perambulou pela mídia.

De início, a incitação, seguida de distúrbios civis, ajudou a retumbância pretendida, reforçada com os mártires produzidos, típicos dos movimentos revolucionários comunistas no mundo e também no Brasil.

Nesses dias o governador José Serra, em entrevista pela TV, abordando a questão das invasões do MST, em resposta ao jornalista, lembrou dos mártires que o movimento visa produzir. Claro, que o governador conhece bem o assunto, pois os vários contendores de hoje, estudaram na mesma cartilha. Vale lembrar que os protetores das crianças e dos adolescentes não dão muita importância quando crianças de colo são levadas para o enfrentamento com a polícia nas ações de reintegração de posse, nem os responsáveis por tais fatos são presos. Querem a aplicação do ECA só para filhos que ajudam os pais em atividades primárias na luta pela sobrevivência.

O governo Lula que estava em fase de observação sobre a questão Zelaya, recuando estrategicamente e gerando outras evidências midiáticas para camuflar o hóspede irrequieto, agora retorna ao cenário mundial provocado pela nação que teima em manter a alternância no poder como dogma da democracia. Cobra do Brasil responsabilidades sobre os malefícios advindos das nefastas ações do trio Lula, Amorim e MAG.

Além da pressão interna — distúrbios civis, mártires, assassinatos de chefias militares e parentes de Micheletti — o mecanismo internacional, só aceita um acordo, desde que Zelaya volte à presidência.

Com o reforço norte-americano, e, desqualificando a decisão da corte suprema de Honduras que afastara o presidente infrator, impõe uma nova afronta ao Judiciário, ao administrar uma composição com as partes envolvidas, de modo que uma votação no parlamento seja o fiel da balança para a reassunção de Zelaya.

Pobre Davi a enfrentar os vários Golias vermelhos.

Cuidado com o "Bem Comum". Ele costuma esconder os piores crimes

Por Reinaldo Azevedo

A CPI do MST começa a funcionar em breve. O governo, o PT e as esquerdas de modo geral tudo farão para impedir qualquer forma de investigação. Mais do que isso: está em curso uma campanha de desmoralização das razões que motivaram a comissão. Tenta-se, a todo custo, descaracterizar os atos criminosos enquanto tais, de modo que o repasse de dinheiro público e os recursos oriundos de entidades estrangeiras que os financiam nada mais seriam do que um suporte a atividades que buscam o “bem comum”.

Os sem-terra vendem a si mesmos, e também é esta a leitura de seus defensores, como promotores deste famoso “bem comum”, expressão que, historicamente, costuma esconder os piores crimes. O Brasil é um país onde o liberalismo tem raízes superficiais, quase sempre fincadas em solo arenoso. Mesmo os partidos e agremiações que se colocam mais à direita no espectro político têm grandes dificuldades de imaginarem a si e a seus propósitos sem o concurso da máquina estatal.

Os tempos são um tanto rombudos para tocar em palavras como “liberalismo” porque as esquerdas logo sacam da cintura aquele prefixo, o “neo”, usado como uma pistola, para assaltar a razão e a verdade, coisa em que são especialistas. E dizem: “Mãos ao alto, liberal! Nós estamos com tudo. Nós, os estatistas, contornamos a crise”. É mesmo? Conversa! E o fizeram com os recursos gerados pelo Estado ou pelo mercado? É preciso dizer aos vigaristas que o capitalismo salvou o capitalismo, como sempre aconteceu. Mas, durante algum tempo, será preciso atravessar o deserto. E vamos atravessar. É do jogo.

A disputa de fundo da CPI é aquela existente entre os chamados “direitos coletivos” — ou o tal “bem comum” — e os “direitos individuais” ou “direitos dos indivíduos”. Traduzo um parágrafo do ensaio What Is Capitalism, da brilhante Ayn Rand, uma liberal convicta, radical, de raízes solidamente fincadas em solo fértil, que está no livro Capitalism - The Unknown Ideal.

Quando, numa sociedade, o “bem comum” é considerado algo à parte e acima do bem individual, de cada um de seus membros, isso significa que o bem de alguns homens tem precedência sobre o bem de outros, que são relegados, então, à condição de animais prontos para o sacrifício. Presume-se, nesse caso, implicitamente, que o “bem comum” significa o “bem da maioria” tomado como algo contrário à minoria ou ao indivíduo. Observe-se ser esta uma suposição implícita, já que até mesmo as mentalidades mais coletivistas parecem perceber a impossibilidade de justificá-la moralmente. Mas o “bem da maioria” é nada mais do que uma farsa e uma fraude: porque, de fato, a violação dos direitos de um indivíduo significa a abolição de todos os direitos. Isso submete a maioria desamparada ao poder de qualquer gangue que se autoproclame a “voz da sociedade”, que passa a subjugá-la por meio da força física, até ser deposta por outra gangue que empregue os mesmos métodos.

É isso aí. Reitere-se: trata-se do “bem da maioria” que só se define como algo “contrário à minoria ou ao indivíduo”. Sempre que esta contradição estiver estabelecida — ou, mais do que uma contradição, sempre que o “bem comum” for visto como algo que casse os direitos individuais ou que sacrifique o indivíduo em nome do coletivo —, estamos, certamente, diante de uma fraude, de uma mistificação e da justificação do crime. E a sociedade termina, então, refém das tais gangues, que tomam para si o papel de justiceiras sociais. Se o fazem num estado democrático e de direito, só podem fazê-lo ao arrepio da lei; se o fazem numa sociedade mobilizada por demagogos comuno-fascistas, tornam-se braços do mandatário, suas milícias ou falanges.

Voltaremos muitas vezes a este tema. Mas o debate real, de fundo, é este que sintetizo aqui. A nossa tarefa é justamente denunciar e desmoralizar as gangues que falam em nome deste “bem comum” que se oporia aos direitos individuais — entre eles, é evidente, o direito à propriedade. Supor que este debate já está superado corresponde a subordinar-se à pregação das gangues.

Segredo terrorista





Por Olavo de Carvalho



Cesare Battisti não recebeu apenas um asilo político do Brasil, mas uma promoção na hierarquia revolucionária. Deixou de ser executor na linha de frente para ser analista e planejador nas altas esferas. Ele é protegido porque é útil, não porque Carla Bruni, sua protetora na França, é bonitinha.








Muitos se escandalizam com o asilo político concedido ao assassino Cesare Battisti, mas poucos tentam averiguar o que o episódio significa realmente. A sucessão de casos similares, a proteção concedida pela esquerda brasileira a praticamente todos os terroristas internacionais que aqui aportam – Achille Lollo, Olivério Medina e sua esposa, os seqüestradores de Abílio Diniz e Washington Olivetto – e o contraste que esses casos formam com a recusa de asilo aos dois boxeadores cubanos, deveriam alertar para a obviedade de que não se trata de episódios isolados, mas de uma atividade permanente, sistemática. Mas mesmo aqueles que o percebem hesitam em sondar a relação entre esses fatos e a estratégia petista.

Qual é exatamente a posição do Brasil no quadro da esquerda internacional em ascensão? A uma visão superficial, o Brasil é uma democracia de esquerda moderada, favorável ao livre mercado e respeitosa da ordem jurídica. Quase ninguém entende que o País precisa ser tudo isso precisamente para poder desempenhar a função nuclear que lhe cabe na estratégia esquerdista mundial. Também poucos querem enxergar que a democracia brasileira é hoje um puro formalismo jurídico a encobrir o poder monopolístico da esquerda e a total exclusão da simples possibilidade teórica de uma oposição conservadora, seja na política eleitoral, seja na mídia, seja até na pura esfera cultural. Democracia sui generis, onde as liberdades legalmente constituídas coexistem pacificamente com a total impossibilidade de exercê-las, o Brasil é a origem e o centro de comando da revolução comunista na América Latina.

É da elite intelectual petista, fundadora do Foro de São Paulo, que emanam discretamente as instruções gerais destinadas a transformar-se em espetáculos de esquerdismo histriônico por meio dos Chávez, Morales e outros tantos, que às vezes nem mesmo compreendem as sutilezas dialéticas do processo e por isto acabam, com freqüência, exagerando no desempenho de seus papéis. Se a Venezuela e a Bolívia parecem estar na vanguarda da revolução, e o Brasil muito na retaguarda, é porque o comando, por definição, fica na retaguarda.

Por isso mesmo é que o Brasil se torna também o abrigo ideal para os revolucionários caídos em desgraça nos seus respectivos países. Se eles fossem para Cuba ou para a Venezuela, teriam de conservar sua identidade exterior de revolucionários e se tornariam inúteis para funções mais discretas e relevantes. Aqui, podem adquirir uma fachada de cidadãos pacíficos, aposentados de toda violência, e integrar-se, sem risco nenhum, nos altos círculos intelectuais que comandam o processo.

Só um idiota completo pode acreditar que o governo brasileiro aceitaria o risco de uma crise diplomática só para agradar a uma socialite. Tal como Achille Lollo e Olivério Medina, Cesare Battisti não recebeu apenas um asilo político, mas uma promoção, subindo na hierarquia revolucionária, do posto de executor na linha de frente para o de analista e planejador nas altas esferas. Ele é protegido porque é útil, não porque Carla Bruni é bonitinha.

Nenhuma análise séria dos fatos políticos pode-se fazer desde o ponto de vista liberal e conservador se este não absorve, primeiro, a perspectiva do adversário. Se você não está capacitado para fazer uma análise marxista da situação exatamente como a fariam os teóricos e estrategistas do movimento revolucionário, suas opiniões a respeito da política de esquerda serão sempre meras tentativas de projetar sobre ela categorias que lhe são estranhas, ajudando, portanto, a encobrir seus verdadeiros intuitos e a conferir o privilégio da invisibilidade quase absoluta às estratégias e táticas do esquerdismo.
Afinal, o marxismo não é só uma “ideologia”: ele é uma estratégia da praxis revolucionária e, nesse sentido, é uma ciência – uma ciência extremamente sutil e complexa, da qual os formadores de opinião liberais e conservadores, no Brasil, não sabem praticamente nada. O deslocamento entre as categorias analíticas e a natureza do fenômeno estudado é garantia segura de incompreensão, e a incompreensão é por sua vez a origem dos erros estratégicos monstruosos que, ao longo dos últimos trinta anos, reduziram o liberalismo e o conservadorismo, de forças imperantes, a exceções doentias que só subsistem graças à tolerância provisória do sistema.
É fácil observar de fora os erros da economia marxista e pontificar que todo movimento baseado nela está condenado ao fracasso. Mas a estratégia do movimento comunista não é, de maneira alguma, uma decorrência direta e mecânica da sua economia. Principalmente, não o é na esfera da luta cultural, onde as manobras e rodeios da intelectualidade ativista vão, com freqüência, no sentido contrário daquilo que se poderia deduzir do economicismo marxista vulgar.
Trata-se de um ramo de conhecimento que tem sua própria autonomia e que não pode ser dominado senão mediante longos anos de estudo. É só aprendendo a pensar como os teóricos da revolução mundial que se pode, em seguida, transcender a sua visão das coisas e condená-la com fundamento. Atirar-lhe pedras desde fora é ficar abaixo dela e tornar-se vítima cega do processo revolucionário.

http://celprpaul.blogspot.com/2009/07/segredo-terrorista-olavo-de-carvalho.html